terça-feira, 25 de novembro de 2014

CNJ oferece talhões parcelados a dois mil jovens na Zambezia

No âmbito da politica da juventude, cerca de 2 mil jovens beneficiaram-se de igual numero de talhões parcelados no período 2013 a 2014 na Zambezia. O facto foi anunciado esta Segunda-Feira em Quelimane, pelo Vogal do Conselho Nacional da Juventude regional centro, Sabir Vasco.

sábado, 8 de novembro de 2014

Acidente de viação na cidade de Quelimane

Um cidadão cuja a identidade não  foi apurada, sofreu ferimentos graves na sequencia de um acidente de viação do tipo atropelamento carro  peão ocorrido esta sexta-feira (07) na avenida heróis de libertação nacional na cidade de Quelimane, mais concretamente adjacente ao edifício do restaurante Sunlight Food Court.  



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Municipes de Quelimane apreensivos com o aumento de corvos na cidade

Munícipes de Quelimane apreensivos com o aumento de corvos, morcegos e aves estranhas que erguem ninhos na rua dos trabalhadores, concretamente nas arvores do recinto do Governo Provincial.

quarta-feira, 26 de março de 2014

O poderzinho

Não é segredo para ninguém que anda por aí muita gente estúpida. Faz parte da vida e do equilíbrio do Universo. Aliás, a Humanidade não existiria se todos os seres humanos fossem brilhantes, inteligentes e dedicados ao pensamento. Seríamos ingovernáveis, viveríamos na anarquia, morreríamos de fome e de frio, porque as tarefas intelectuais alimentam a alma, mas não o corpo.

O problema surge quando as pessoas estúpidas chegam a posições de poder. E são tantas... Não apenas no poder que nos governa, mas sobretudo nas actividades que fazem parte do nosso dia-a-dia. O chamado poderzinho. O poderzinho não mata mas mói. Encosta-nos à parede, tenta humilhar-nos sem necessidade, sem motivo aparente, apenas porque sim, apenas para se sentir momentaneamente superior.

Um exemplo de poderzinho é o exercido por certos elementos das forças de autoridade.

O funcionário público estúpido: aquele que nos deixa ficar na fila durante duas horas para depois nos dizer que tínhamos de ter o papel, o carimbo, o impresso, o documento ou o raio que o parta, mas agora só amanhã. Aquele que nos olha com um ar superior e um sorriso maléfico enquanto nos entope com burocracias e exigências, sabendo que não temos outro remédio senão obedecer e esperar o tempo que for preciso. E ainda há o professor estúpido, que descarrega as suas frustrações nos miúdos, o segurança estúpido que nunca pode fazer nada, o porteiro de discoteca, enfim, os exemplos são incontáveis, infelizmente.

Bem sei que os estúpidos também têm direito à vida e a uma carreira profissional, mas não deviam ter direito a estar em posições em que possam deliberadamente prejudicar ou dificultar a vida dos outros. Como se chatear quem lhes aparece pela frente com a sua boçalidade fosse a maneira de se vingarem de uma vida chata e sem perspectiva de melhoras.

Devia haver uma lei universal, tão definitiva como a lei da gravidade, que proibisse o acesso de pessoas estúpidas a qualquer tipo de poder. Por exemplo, numa candidatura a uma função ou promoção, havia um teste ao nível de estupidez do candidato e quem se revelasse uma merda, simplesmente não poderia ser admitido (por mais cunhas que tivesse ou favores que fizesse). “Muito obrigado pelo seu tempo e pela sua candidatura, mas o teste revelou que você é demasiado estúpido para este lugar. Boa tarde e boa sorte”. E pronto, o estúpido ia à sua vida e o mundo era um lugar melhor. Porque a estupidez humana não tem limites, mas devia ter.